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Pucón

Dicas úteis

HALFPIPES NATURAIS

Montanha é um Paraíso para Snowboarders!! Devido as erupções do vulcão, formaram-se “halfpipes” naturais por toda a montanha!! A lateral direita da montanha é muito boa!!

 

TERMAS LOS POZONES

São termas em piscinas naturais. Programa para a noite. Agende com uma van e vá para lá após um dia de ski/snowboard. Antes passe num supermercado em compre um bom vinho “nacional”. Ao lado das piscinas naturais corre o rio Trancura. Quem é macho mesmo entra no rio por 10 segundos!!! Depois pode voltar para as piscinas.

 

CAVALGADA NA NEVE

Passeio muito legal para se fazer no inverno e verão. Eu fui no inverno, é bem diferente andar a cavalo na neve… Paisagem linda! Depois da cavalgada um bom chocolate quente ao redor da lareira da fazenda. Sensacional!

 

LAS CUEVAS

Um passeio bem legal é las cuevas del vulcón villarrica. Como o próprio nome diz, é um passeio pelas cavernas do vulcão que foram feitas após as erupções. Dentro delas fica um museu contando toda a história do vulcão e de vulcões em geral. Pucon também é cultura!

 

RAFTING

Estive lá no inverno, e consegui agendar o nosso rafting no dia mais frio da semana… Chuveu até granizo!! Foi muito divertido e muito frio… Acho que no verão é um passeio bem mais agradável. Mas para quem quer adrenalina, vai nessa MESMO, diversão garantida. No final fomos obrigados a beber um Pisco no refúgio, valeu a pena…

 

WINDSURF NA COCA-COLA

Alugue uma prancha e uma roupa pressurizada, e vai dar uma banda no lago. É negro (eu disse preto, de verdade) em função do vulcão Villarica, e a sensação é incrível, valia patrocínio da Coca-Cola.

 

SKIS RECOMENDADOS

As novas tecnologias fazem ser cada vez mais fácil, seguro e prazeiroso esuiar na neve. Minha recomendação: Rossignol B2, brancos, super-carving, 5 cm A MENOS que a altura do vivente. Soberbos na pista, no fora-de-pista, no extreme. Suaves o tempo todo, e duros quando preciso – um baita ski, meu!!

 

INFORMAÇÕES

Compre um mapa da região (Entel, nº 7) assim que chegar no vilarejo. É vendido nas lojas La Tetera e Travelsur e custa aproximadamente U$7,00. Será muito útil. O verão é ideal para aproveitar todas as atividades de aventura. Se você gosta de tomar sol e praticar windsurf (há também aulas para iniciantes), esta é a melhor época para as atividades no lago Villarrica.

 

LIGAÇÕES PARA O BRASIL

Ligações para o Brasil: para realizar chamadas a cobrar, utilize os códigos do Chile: 800360220 da Entel, ou 800800272 da Telefônica, depois escolha o idioma no qual deseja ser atendido e por último escolha uma das opções de ligação:

1- Ligações automáticas;

2- Ligações com cartão telefônico;

3- Ligações com auxílio de agência.

 

IMPORTANTE

Fuso horário: Pucon está 1 hora a menos em relação a Brasília. Mas no nosso horário de verão, o Chile está duas horas a menos que o Brasil.

 

DICAS DE QUEM JA FOI

Flavinha Nobre (Rio de Janeiro): Pucon é o local mais lindo que eu fui na minha vida, é uma paisagem que não se vê no Brasil. São lagos que refletem o sol, árvores e morros, muitos bichos e o vulcão que aparece onde quer que vá.

O pessoal é super gente boa, tratam os turistas muito bem! Lá, você se sente em casa, até porque o comércio local todo é assim: A Lojinha na frente e a casa do dono nos fundos.

Não é caro para comer, mas tudo lá é ‘bife com batata frita’! O melhor restaurante que eu fui chama-se Buona Testa que fica perto da pracinha do Gran Hotel.

De passeios, o que é legal de fazer é a subida no Vulcão, mas infelizmente, nem sempre dá para fazer pois depende do tempo e dos ventos ‘lá em cima’. Fui disposta a subir no vulcão, mas não deu e meu ‘prêmio de consolação’ foi esquiar. Sempre tem alguma coisa para fazer, caso não dê para subir o vulcão! Inclusive ficar na cidadezinha sem fazer nada (sugiro ir para o lago e ficar lá só apreciando a natureza)

Dizem que a pista é a melhor da América Latina para o Snow Board. Eu nunca fiz, só brinquei um pouco lá e não sei avaliar. Mas quando eu fui estavam treinando lá as equipes do Chile, da Itália e da França, logo, imagino que ruim não deve ser.

Adorei minha viagem e pretendo voltar lá, de preferência no verão, pois lá funciona também como balneário!

Vale a pena ir! Paulo Varela (Brasil): local lindo com hotel cassino muito confortável e um lugar onde antes de conhecer não esperava tão acolhedor, portanto hoje indico a todos para visitar e um, dia devo voltar……….

www.snowadventures.com.br

 

TRAVELBLOG – PUCÓN

Veja este depoimento do TravelBlog sobre Pucon, no Chile:

Pucon e o vulcão

South America » Chile » Pucon » Volcan Villarrica
February 6th 2008 by Mayra Rafael Rodrigo e Xuxa

Bom, sento eu na frente do computador com a difícil tarefa de escrever sobre Pucon. Tenho tempo, vamos embora da cidade hoje, nosso ônibus sai às 20:30 para Santiago. Já deixamos o camping e estamos esperando na cidade. Até configurei o teclado para português para conseguir colocar todos os acentos. Espero que a mudança gramatical recém-ocorrida (aconteceu mesmo?) não faça com que o meu português esteja errado.

O que dizer sobre Pucon? Poderia dizer que é uma espécie de Campos do Jordão na Patagônia chilena. Quais as diferenças? Neve muito perto, vulcão, raftings e outras coisas, uma paisagem infinitamente mais bonita e também mais barato que Campos. Mais quais são as semelhanças? Há muito luxo, a arquitetura e os bares espelhados pelas ruas lembra bastante a cidade brasileira, os carros chiques, a cidade pequena, o clima (embora faça bastante calor já que estamos no verão).

Ao olhar o movimento na rua imaginei que muitas pessoas que aqui estão não sobrem o vulcão, De fato, não é uma subida fácil, a cidade tem mais atrativos, muitas pessoas do Chile parecem passar férias aqui, já muitos bares, restaurantes, outras aventuras, caminhadas, e até um lago perto onde as pessoas vão se banhar, como uma espécie de praia mesmo. Ao subir o vulcão, apesar de ter bastante gente subindo, confirmamos que é pouco comparado ao número de pessoas que estão em Pucon. Melhor assim.

Sobre a subida do vulcão, resolvemos fazê-la sem guias. Buscamos autorização na sede da Conaf e conseguimos. É necessário, todavia, que se tenha capacete, crampon e piolet para subir. Além destes equipamentos que são obrigatórios, é bom ter uma boa bota impermeável e polainas.

Sendo assim, alugamos o capacete, crampon e piolet, pagamos um Transfer que nos leva até o começo da subida, pagamos a entrada do parque (e gastamos uns 60 reais nisto tudo) e fomos para lá. A subida começa com um teleférico que sobe alguns metro e economiza uns 30-45 minutos de uma subida não muito agradável por rochas, ou melhor, por rochas muito arenosas, quiçá vulcânicas. Bom, não pagamos os 20 reais do teleférico e subimos caminhando. Depois começa-se alternar um trecho de rocha e trecho de neve e gelo por cerca de meia hora. Após isto segue-se uma duas horas caminhando por somente gelo. A trilha é bem marcada, muitos grupos sobem e não é difícil a subida. Não colocamos crampon em nenhum momento para subir, sequer calça impermeável, apenas uma polaina que poderia também ser dispensada nesta subida. O último trecho, de 50 metros, é somente por rocha, até a boca do vulcão.

Chegando ao topo, não conseguimos ver lava, mas podíamos escutar seu barulho, ver sua fumaça e sentir um cheiro horrível e tóxico da fumaça. Não se deve passar mais de uma hora no cume. Chegamos lá em tres horas e meia de caminhada, ao todo, demos uma volta inteira no cume (que é bem amplo), comemos um pouco e logo descemos. A sensação de chegar em um cume de uma montanha e ver um buraco no meio, sabendo que neste buraco tem lava, ouvindo o barulho da lava, é realmente impressionate. E tudo isto com neve ao lado. Existe neve inclusive no cume do vulcão.

Olho para a cara do Rodrigo, no cume, e nos perguntamos, como descer? Muitas pessoas estavam descendo de skibunda, em tobogãs naturais pelo gelo. Estávamos sem guia, sem experiência em caminhadas no gelo e com receio de rasgar nossas calças impermeáveis (muitas das calças alugadas são rasgadas, outras companhias de turismo colocam um reforço na calça para descer). Decidimos descer caminhando. E, por falar em caminhar, devo fazer um parênteses sobre caminhar no gelo. Esta foi a segunda vez que caminhamos no gelo (a primeira foi no vale do silêncio no Torres Del Paine). Mas esta vez foi de fato considerável. Caminhamos por bastante tempo, subimos uma montanha alta (sáo 2.800 metros, pouco mais, sendo que o desnível que vencemos é 1.400 metros), e descemos a montanha. A sensação é realmente maravilhosa, como já antecipei quando escrevi sobre o Torres. O pé afundando, o cuidado que tem que se ter a cada passo, as escorregadas, a subida sempre em S para não vencer um desnível muito grande, mas ir subindo aos poucos. O ápice do montanhismo, a mistura perfeita entre aquilo que o montanhista precisa ter: cuidado, paciência e experiência. Não, não temos experiência no gelo, por isso aumentamos o cuidado e a paciência. Aprendemos com o passo dos outros. Mas ainda temos que descer, a subida foi fácil.

Decidimos colocar os crampons e descer caminhando. Há três maneiras seguras de se descer, na minha opinião. A primeira é descer de skibunda, desde que se tenha uma segurança e uma explicação prévia de como parar a descida com o piolet. Deve-se ir freiando a descida no tobogã com o piolet, nunca se deve ficar com medo da velocidade e tentar parar no meio da descida (vimos algumas pessoas capotando por causa disto, outras simplesmente perdendo o piolet no meio da descida). Também não se deve apoiar toda a perna no chão, é necessário ir freiando também com os pés. Geralmente no final da descida não é necessário fazer a manobra pra parar (que é girar o corpo e cravar o pilet com a outra parte – uma parte freia, que é a parte que se usa pra apoiar no chão durante a caminhada, e a outra parte serve para cravar o piolet no gelo em caso de quedas), o corpo para sozinho quando se esta freiando bem com o final da inclinação do tobogã. Bom, mas tudo isto coletei de algumas observações e de conversas com os guias e com o pessoal do parque, não fiz a descida de skibunda. A segunda maneira segura é colocar o crampon e descer caminhando. A terceira maneira segura é descer escorregando de pé, sem crampons, por uma neve mais fofa, fora do trajeto principal da subida (para não bagunçar a trilha) e não tão inclinada. Este jeito exige, ao meu ver, mais técnica e confiança do que os outros dois.

Bom, como já antecipei, colocamos os crampons e descemos caminhado. Caminhar de crampon é fácil, em minutos já é possível ganhar bastante segurança. Eu ganhei segurança em segundos, e em minutos já estava uns 100 metros abaixo que o Ro. Comecei a seguir o passo de uns guias que estavam sem crampons, escorregando de pé. O crampon dificultava eu escorregar, mas consegui acompanhar os guias até o momento que eles foram fazer o skibunda. Depois segui sozinho. Ganhei bastante confiança e fui cortar um trecho da trilha bem marcada, já no final da descida principal, por uma diagonal mais curta, mas muito inclinada. Mesmo com os crampons, escorreguei e comecei a cair, mas logo cravei o piolet no gelo e consegui cessar a descida. Foi legal também cair e ver que é possível ter segurança com os piolets. Mas, em geral, o que aprendo é que não se deve descer por trechos muito ingrimes, a não ser que se descida de fato pelo skibunda.

Por fim, chegando ao final da descida, que depois deste trecho principal em gelo começa a alternar entre neve e rocha, e já estávamos sem crampons, é que nos demos conta de quão louco tinha sido tudo. Finalmente podíamos liberar a adrenalina e relaxar. Comemoramos a experiência de caminhar sobre o gelo por tanto tempo, a experiência de subir um vulcão, ver coisas maravilhosas, enfim, comemoramos a oportunidade de esta vivenciando toda esta viagem maravilhosa. Espero que as fotos possam dizer um pouco melhor tudo isto que tentei colocar em palavras.

por Xuxa

 

TERMOS USADOS EM SKI E SNOWBOARD

Après-ski, é a expressão francesa, conhecida por esquiadores do mundo todo, que designa todas as atividades realizadas após a jornada de esqui até a hora do jantar.

Bumps, são ondulações nas pistas de esqui. Podem ser notados com freqüência nas pistas mais inclinadas, onde as marcas deixadas pelos esquiadores são mais fortes. Em alguns lugares, os bumps são deixados propositalmente nas pistas.

Lift / Ski-lift, são os teleféricos que levam os esquiadores e snowboarders até o alto da montanha.

T-bar / Poma, são os meios de elevação onde os esquiadores e snowboarders são puxados para o topo da pista, com os esquis e boards deslizando no chão.

Gondolas, são os teleféricos fechados.

Chairlift, são os teleféricos abertos, normalmente com capacidade de 2 a 6 pessoas.

Trails, são as pistas ou caminhos catalogados e especialmente cuidados para a prática de esqui/snowboard. Nos mapas são publicados seus níveis de dificuldade que são identificados pelas cores. Nos Estados Unidos e Canadá as pistas são identificadas como Pretas/Black – Avançadas e Experientes, Azuis/Blue, Intermediárias e Verdes/Green – Iniciantes.

Ski in/ski out, é o tipo de hotel ou outra acomodação em que se pode chegar e sair esquiando, e que fica mais próximo das pistas.

Ski pass, passe de acesso aos elevadores e pistas de uma estação de esqui.

Snow Update, são os boletins que informam as previsões e condições da neve e tempo na estação de esqui.

Pista Verde / Green, pista com nível de dificuldade iniciante.

Pista Azul / Blue, pista com nível de dificuldade itermediária.

Pista Preta / Black, pista com nível de dificuldade avançada ou que exija experiência.

Snowmobile, moto especial para a neve.

 

MANOBRAS DE SNOWBOARD

Ollie. É a manobra mais básica, fundamental para executar a maioria das outras manobras.

Air to Fakie. Consiste em dar um giro de 180 graus no ar e depois seguir de switch (base trocada).

Wheelie. Aprenda a manter o equilíbrio em apenas uma das extremidades da prancha (nose ou tail).

Butter. Giros de 360 graus na neve.

50/50. A maneira mais fácil andar em um rail ou box.

Rock-n-Roll. É quando você anda na perpendicular do rail ou box.

 

TERMAS DE SAN LUIS

Tranqüilidade, paisagens lindas e estimulantes água termais são só alguns dos atrativos que convidam você a conhecer as Termas de San Luis, em Pucon. Aberto durante todo o ano, o harmonioso Centro Turístico de San Luis, está localizado a 27 quilômetros de Pucon, pela estrada Internacional Curarrehue.

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